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ABERTURA DO ANO AGRÍCOLA 2025

Governo 24-03-2026
LANÇADA NO BIÉ A PRIMEIRA PEDRA PARA A CONSTRUÇÃO DOS PERÍMETROS DE IRRIGAÇÃO DA CHICAVA, SANDE E MISSENE

O Ministro da Agricultura e Florestas, Isaac dos Anjos, procedeu nesta segunda-feira, 23 de Março, na Comuna do Sande, Município de Catabola, o lançamento da Primeira Pedra para a construção da infraestrutura de apoio à agricultura familiar das localidades de Chicava, Sande e Missene.

Isaac dos Anjos e a governadora da província do Bié, Celeste Adolfo, testemunharam o acto de consignação da obra e colocaram a primeira pedra, que simboliza o início dos trabalhos.

Com cerca de 147, 45 quilômetros de extensão para as três localidades, o projecto de irrigação visa reforçar a agricultura familiar local, a segurança alimentar, reduzir as importações e aumentar a comercialização que prevê beneficiar mais de 9 mil agricultores e um total de 35 mil pessoas.

O projecto inclui ainda a reabilitação de 110 quilômetros de estrada do Cuito-Chicava (46) Catabola-Missene(19) e de Catabola-Sande (45), bem como apoiar a produção agrícola com fertilizantes, motocultivadoras, semeadoras, mochilas de pulverização e apoio às escolas de campo com meios rolantes e equipamentos de trabalho.

Orçada em mais de Noventa e Sete Milhões de Dólares a empreitada terá a duração de Vinte e Quatro Meses a cargo da Empresa Alcaal Angola-Investimento e Participação Lda.

Na sua intervenção a Governadora Provincial do Bié, Celeste Elavoco David Adolfo enfatizou que a Agricultura representa para a população do Bié a sua principal actividade aliada ao clima predominante, a água e as terras aráveis que a região oferece. A Governadora acrescentou que no Bié a Agricultura não é apenas a nossa bandeira mas também é o nosso petróleo que vai além da sua magnitude e dos seus derivados, é um factor de segurança alimentar e de soberania nacional.

Ao proferir o discurso do acto, o Ministro da Agricultura e Florestas exortou a população do Sande a continuar a trabalhar a terra enquanto factor de desenvolvimento das comunidades e combate à pobreza, tendo reafirmado o compromisso do Ministério que dirige em continuar a apoiar as famílias camponesas e outras iniciativas privadas que visam alavancar a agricultura e contribuir para a diversificação da economia nacional.

O acto de lançamento da primeira pedra para a construção dos perímetros irrigados da Chicava, Sande e Missene foi marcado por uma exposição de produtos agrícolas dos 19 Municípios e pela apresentação do processo de criação de uma escola de campo.

Fonte: GPCS DO BIÉ
Governo 24-03-2026
MINISTRO DA AGRICULTURA JÁ TRABALHA NO BIÉ

O Ministro da Agricultura e Florestas, Isaac Francisco Maria dos Anjos, chegou na tarde deste domingo, 22 de Março, à cidade do Cuito, para uma visita de trabalho de dois dias, e foi recebido de forma calorosa pela Governadora Provincial do Bié, Celeste Elavoco David Adolfo, membros do Governo e munícipes da capital biena.

A recepção, seguiu-se de um encontro de cortesia na sala de reuniões do Governo, onde a Governadora Celeste Adolfo endereçou palavras de boas-vindas ao Ministro da Agricultura e toda sua delegação, tendo na ocasião apresentado um memorando sobre o estado actual do sector da Agricultura no Bié, que menciona com realce as terras aráveis, solos e rios que têm permitido o sucesso da actividade agrícola a nível desta região localizada do centro do país.

Ao falar dos objectivos da visita ao Bié, o Ministro fez saber que decorre no âmbito do Lançamento da Primeira Pedra do Projecto de Reabilitação da Infraestrutura de Apoio á Agricultura Familiar, na Comuna do Sande Município de Catabola bem como efectuar visitas a várias unidades de produção agrícola e animal nos Municípios do Cuito, Cambândua e Chinguar.

Na ocasião, Isaac dos Anjos, laçou o repto a governadora de criar 400 novos empresários jovens do sector da agricultura, "Precisamos de fazer na província do Bié, 400 novos empresários, que terão de 25 a 100 hectares para trabalhar e financiados pelo sector, não importa a sua cor partidária, nem a sua crença religiosa, precisamos deste número de empresários para cada província, e assim alavancarmos o sector a nível nacional" avançou o ministro.

Fonte: GTICII
Governo 18-03-2026
MINAGRIF APRESENTA REGULAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA SOBRE PRODUTOS LIVRES DE DESFLORESTAÇÃO

O Ministério da Agricultura e Florestas (MINAGRIF), por intermédio Instituto Nacional do Café (INCA), em parceria com a Delegação da União Europeia em Angola e o Instituto Florestal Europeu (EFI), realizaram, na segunda-feira, 16 de março de 2026, as 09h00, no Hotel Continental Horizonte, um Workshop Nacional dedicado ao Regulamento da União Europeia Sobre Produtos Livres de Desflorestação (EUDR) e as Suas Implicações Para o Sector Cafeeiro Angolano.

O certame reuniu as autoridades públicas, que são partes interessadas do sector cafeeiro, operadores privados, parceiros internacionais e de desenvolvimento e outros actores interessados, para promover um entendimento comum sobre o recente Regulamento da União Europeia Sobre Produtos Livres de Desflorestação e as Suas Implicações Para o Sector Café, e discutir caminhos concretos para fortalecer a preparação de Angola no cumprimento dos requisitos do regulamento para venda e exportação destes produtos.

O Regulamento da UE sobre Produtos Livres de Desflorestação (EUDR)
visa garantir que os principais produtos agrícolas colocados no mercado da
UE ou exportados a partir deste, incluindo o café, sejam livres de desflorestação, produzidos em conformidade com a legislação relevante do país de produção e apoiados por sistemas robustos de diligência devida e de rastreabilidade.

Em Angola, onde a produção de café é em grande parte realizada por pequenos agricultores familiares e frequentemente integrada em paisagens agroflorestais ou adjacentes à floresta, a EUDR apresenta desafios e oportunidades. Embora os sistemas de café sombreado possam contribuir para a conservação da floresta, continuam a existir lacunas no registo dos produtores, na geolocalização das parcelas, na rastreabilidade, no monitoramento da desflorestação e na documentação da legalidade, o que pode afectar o acesso aos mercados da EU, se não for resolvido estes temas.

A produção cafeícola em Angola está alinhada às exigências do Regulamento da União Europeia sobre Produtos Livres de Desflorestação (EUDR) e salvaguarda o acesso ao mercado europeu, que absorve 70% das exportações nacionais do sector.

O Secretário de Estado Para as Florestas EngºJoão Manuel Bartolomeu da Cunha, que fez o discurso de abertura do Workshop, em representação do Ministro da Agricultura e Florestas, fez saber que esta iniciativa se trata de uma parceria e apoio da União Europeia em Angola, a par Instituto Florestal Europeu, com o foco na agricultura familiar no sector, representada com mais de 20 mil cafeicultores, dos quais cerca de 95% são explorações familiares, que constituem a matriz da produção agrícola nacional.

João da Cunha disse que Angola conta com cerca de 50 mil hectares de área plantada de café, um número ainda distante dos 600 mil hectares registados nos períodos de maior produção histórica.

O dirigente sublinhou que o ministério da Agricultura e Florestas continua a avaliar o nível de prontidão do país e a identificar estratégias para colmatar lacunas no registo de produtores, geolocalização de parcelas e rastreabilidade da produção.

E a propósito, destacou a Estratégia Nacional de Reconversão dos Sistemas Agrícolas em Agro-alimentares (2026-2035) como um documento que norteia a transformação do sector para modelos mais modernos, rentáveis e sustentáveis.

Avançou que para garantir a conformidade internacional, a certificação e as boas práticas, o Executivo aprovou recentemente dois instrumentos reguladores fundamentais, concretamente Regulamento sobre Boas Práticas Agrícolas, que define as bases para uma produção de qualidade, ambientalmente correcta e socialmente justa.

Fonte: GTICII
Governo 18-03-2026
COMEMORAÇÃO DO ANO INTERNACIONAL DA MULHER AGRICUL-TORA

O Ministério da Agricultura e Florestas, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), realizaram no dia 12 de março de 2026, o acto comemorativo alusivo ao Ano Internacional da Mulher Agricultora (2026). Sob o lema «Investir nas mulheres do sector agrícola para reduzir as desigualdades de género e fortalecer a segurança alimentar e os meios de subsistência resilientes», o evento que está também associado as festividades do DIA INTERNACIONAL DA MULHER, visa reforçar a necessidade de uma acção colectiva para transformar o papel das mulheres na cadeia de valor agroalimentar nacional.

No acto de abertura, o Representante da FAO em Angola, Jean Baptiste Bahama, frisou que “empoderar as mulheres agricultoras não é apenas um lema, mas um compromisso de longo prazo no centro da missão da organização”. Durante a sua abordagem, enfatizou que 2026 é o Ano Internacional da Mulher Agricultora para a FAO, e, que é uma oportunidade global para reconhecer que por trás de cada colheita que abastece os mercados angolanos, reside a resiliência e o conhecimento feminino.

O Representante reiterou que a visão dos "Quatro Melhores" (Melhor Produção, Melhor Nutrição, Melhor Ambiente e uma Vida Melhor), representam a garantia de apoio técnico que continuará a focar-se na eliminação das barreiras que limitem o potencial das produtoras rurais.

Dados globais da FAO, referentes a 2025, revelam que cerca de 76% das mulheres trabalhadoras na África Subsaariana estão integradas em sis-temas agroalimentares. Em Angola, as mulheres representam uma força decisiva, actuando desde a produção primária até à inovação e comércio. Contudo, o Executivo e os parceiros internacionais reconhecem que desi-gualdades estruturais ainda limitam o potencial de rendimento e a parti-cipação destas mulheres em processos políticos e institucionais.

Sobre a participação técnica, as especialistas da FAO apresentaram o en-quadramento estratégico e o diagnóstico do sector, onde destacaram que as mulheres representam uma parcela significativa dos pequenos agricul-tores. Apesar do impacto, persistem desigualdades estruturais globalmen-te, as mulheres ganham apenas 24% a menos em relação aos homens de-vido ao acesso limitado a terras, créditos e tecnologia, embora a força de trabalho física feminina no campo esteja em torno de 70 a 80%, o acesso das mulheres à terra ainda é de apenas 70% comparativamente aos ho-mens.

A iniciativa visa amplificar as vozes das mulheres e promover acções coordenadas para reduzir as disparidades de género. Entre os objectivos específicos, destacam-se:
• Diálogo e Políticas: Facilitar o debate entre mulheres produtoras, Governo e parceiros sobre prioridades programáticas.
• Formação Prática e Escolarização: Continuar a apostar na formação formal e em metodologias práticas de processamento através das escolas de campo.
• Parcerias com o Sector Privado: Envolver os sectores financei-ros, do turismo e do ambiente para premiar e incentivar o mérito feminino.
• Incentivo ao Sucesso: A criação de prémios de reconhecimento para estimular a liderança e o envolvimento das mulheres jovens no agronegócio.

Inovação na Comunicação: Aumentar o reconhecimento público das contribuições femininas através de campanhas de media e do novo podcast "A Voz Dela, a Fazenda Dela, o Futuro Dela". o Podcast foi uti-lizado como uma ferramenta de captura de experiências, foram regista-das frases e reflexões que marcaram o ambiente, transformando o teste-munho individual em consciência colectiva. permitiu que a liderança fe-minina fosse sentida em cada relato, provando que o futuro da nossa agricultura tem voz, rosto e uma determinação de mulheres.
O certame serviu de palco para o painel de discussão sob o tema “Mulheres Transformando os Sistemas Agroalimentares: Desafios, Inovação e portunidades”.

O debate focou-se na necessidade de transitar de uma agricultura de subsistência para uma indústria metodizada, digitali-zada e resiliente, onde a mulher ocupe o centro das decisões estratégicas.

O evento reuniu um público diversificado, integrando mulheres agricultoras, organizações da sociedade civil e agências da ONU. A rede de parceiros institucionais inclui o Governo de Angola (sectores da Agricultura, Pescas e etc) e instituições de investigação, assegurando que o investimento na próxima geração de ,mulheres na agricultura seja uma prioridade nacional.

A celebração culminou com um apelo à transformação directa do ambi-ente da mulher rural. Com a integração da tecnologia, o reforço das polí-ticas de inclusão e a garantia de direitos de adesão as terras.

Fonte: GTICII

minagrif.gov.ao Ministro da Agricultura e Florestas

Isaac Francisco Maria dos Anjos



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